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Como fugir do chargeback, uma pedra no sapato das lojas virtuais!

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Se você acabou de criar uma loja virtual ou está pensando em ter uma, saiba que há uma palavra assustadora para quem trabalha com comércio online: chargeback.

O termo se refere a compras feitas por meio de cartão de crédito que não são reconhecidas pelo comprador e, por isso, acabam canceladas. Pelas regras definidas nos contratos assinados com as operadoras de cartão de crédito, o prejuízo fica com o dono da loja, ou seja, com você. Ninguém sabe qual é o percentual de estornos desse tipo, mas não dá para ignorar a despesa. O melhor é tentar reduzir o impacto desse débito.

 

As compras por cartão de crédito tornaram-se uma obrigação para quem monta uma loja virtual, porque oferecem comodidade e rapidez para os consumidores. Também são muito mais garantidas do que os antigos pagamentos com cheques. Como, então, ocorre o chargeback? Normalmente devido a uma fraude.

Alguém pode ter os números do cartão de crédito furtados e, no mês seguinte, percebe em sua fatura que foram feitas várias despesas sem a sua autorização. O consumidor não tem culpa e as operadoras não cobram dele esse valor, só que repassam o prejuízo para a loja virtual.

Pode haver também clientes mal intencionados, que fazem a compra, mandam entregar o produto em um endereço diferente e, depois, alegam ter sido vítimas de fraude. Como não dá para fazer acusações sem provas, o débito também é estornado e a loja paga a conta.

O chargeback pode ocorrer também por conta do direito de arrependimento, que está previsto no Código de Defesa do Consumidor. Nesse caso, o cliente tem sete dias para analisar o produto e faz a devolução do item adquirido se não quiser ficar com ele. É bem diferente do que ocorre nas fraudes, porque, nesse caso o lojista recupera a mercadoria.

Quer fugir do prejuízo do chargeback? Utilize o PagSeguro, ferramenta de pagamentos online que já vem integrada à Plataforma de Loja Virtual Premium. O PagSeguro faz todo o gerenciamento de risco e assume a responsabilidade em caso de fraude, evitando que você tenha dores de cabeça.

 

 

Fonte:meunegocio.uol.com.br, publicada 05/05/2020.

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